Salò ou Os 120 Dias de Sodoma, 1975

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Salò o le 120 giornate di Sodoma Nos momentos finais do governo de Mussolini, entre 1943 e 1945, retirados em Salò, no norte de Itália, quatro homens, símbolos da corrupção e poder fascista, isolam-se da realidade para dedicarem os seus últimos dias a viver as suas mais decadentes e escapistas fantasias. Eles são um duque (Paolo Bonacelli), um bispo (Giogio Cataldi), um juiz (Umberto Paolo Quintavalle) e um autarca (Aldo Valletti), que desposam as filhas uns dos outros, recrutam guardas, raptam oito rapazes e oito raparigas e se rodeiam de velhas prostitutas, para criar um ambiente de terror e estímulo sexual, no qual humilham, violam e torturam as suas vítimas. Continuar a ler

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As Mil e Uma Noites, 1974

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Il fiore delle mille e una notteTerceiro tomo da sua “Trilogia da Vida”, iniciada com “Decameron” e “Os Contos de Canterbury”, Pasolini usa os contos tradicionais do Médio Oriente, para nos trazer uma série de histórias onde o amor e o sexo estão entrelaçados e explorados em tonalidades diversas, da tragédia à traição, do encantamento à devoção, em contos de príncipes e princesas onde a busca do amor é o tema recorrente, e a história de Nur ed-Din (Franco Merli) e Zumurrùd (Ines Pellegrini) é o fio condutor, motivo para contos dentro de contos, onde cada personagem tem a sua própria história de fascinação e desilusão a contar. Continuar a ler

“O meu ciclo”, por Rui Pinto

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Amy Winehouse em "Amy" (2015), de Asif Kapadia

Cinema e Música

por Rui Pinto

O cinema e a música sempre andaram juntos desde o início. Ainda antes do aparecimento dos filmes “sonoros” havia acompanhamento musical ao vivo para dar ênfase ao desenrolar do enredo. Não é de estranhar que o primeiro filme sonoro tivesse como tema a música (“O Cantor de Jazz”).

A interligação entre ambos é tão íntima e desenvolveu-se de tal forma que, hoje em dia, é quase impensável não ver a música como parte integrante do filme, muitas das vezes escapando à percepção do próprio espectador, mas servindo, tal como no início, para acompanhar o enredo e dando o tom das emoções do filme (quem não se lembra da música a acompanhar a cena do chuveiro do “Psico”, do tema do “Jaws” ou mesmo dos “Encontros imediatos do 3º grau”, “Star Wars” ou “Indiana Jones”).

Por vezes, contudo, a música salta para o plano principal do filme, sendo mesmo o protagonista principal ou, pelo menos, o elemento à volta de qual tudo gira. Esquecendo as escolhas óbvias dos musicais da época dourada de Hollywood, elaborei uma lista completamente aleatória (ou seja dos filmes que em primeiro lugar me vieram à memória, com a certeza de que me escaparam muitas escolhas óbvias) em que a música se chega à frente do palco.

Após a selecção dos títulos, uma forma de arrumação dos mesmos pareceu-me natural. Desta forma, em primeiro lugar, decidi agrupar os filmes (ou documentários) sobre músicos, dos quais constam:

• “À Procura de Sugar Man” (Searching for Sugar Man, 2012) – Malik Bendjelloul
• “A Dois Passos do Estrelato” (Twenty Feet from Stardom, 2013) – Morgan Neville
• “Amy” (2015) – Asif Kapadia
• “Elis” (2016) – Hugo Prata
• “Janis: Little Girl Blue” (2015) – Amy Berg
• “Cobain: Montage of Heck” (2015) – Brett Morgen

Don Cheadle em "Miles Ahead" (2015), de Don Cheadle

Em paralelo com os documentários, seleccionei alguns filmes ficcionados sobre músicos, em que, baseando-se nas vidas reais dos músicos ou nalguns factos, os papéis são interpretados por actores. Neste caso temos:

• “Amadeus” (1984) – Milos Forman
• “Bird – Fim do Sonho” (Bird, 1988) – Clint Eastwood
• “The Doors: O Mito de Uma Geração” (The Doors, 1991) – Oliver Stone
• “Farinelli” (1994) – Gérard Corbiau
• “CBGB” (2013) – Randall Miller
• “Get on Up” (2014) – Tate Taylor
• “Marguerite” (2015) – Xavier Giannoli
• “Miles Ahead” (2015) – Don Cheadle
• “Florence, Uma Diva Fora de Tom” (Florence Foster Jenkins, 2016) – Stephen Frears
• “Nina” (2016) – Cynthia Mort

Algures entre o documentário e o documentário ficcionado, é possível encontrar alguns exemplos de filmes que partem de alguns elementos reconhecidamente verídicos ou reais, para partir para uma história ficcionada, tais como:

• “Velvet Goldmine” (1998) – Todd Haynes
• “Música e Letra” (Music and Lyrics, 2007) – Marc Lawrence

O elenco de "Os Commitments" (The Commitments, 1991), de Alan Parker

Talvez os exemplos mais interessantes sejam as obras de ficção que se baseiam no mundo da música ou à volta dela. Alguns exemplos:

• “All That Jazz: O Espectáculo Vai Começar” (All That Jazz, 1979) – Bob Fosse
• “Os Dias da Rádio” (Radio Days, 1987) – Woody Allen
• “Os Fabulosos Irmãos Baker” (The Fabulous Baker Boys, 1989) – Steve Kloves
• “Os Commitments” (The Commitments, 1991) – Alan Parker
• “Os Virtuosos” (Brassed Off, 1996) – Mark Herman
• “Quase Famosos” (Almost Famous, 2000) – Cameron Crowe
• “O Concerto” (Le concert, 2009) – Radu Mihaileanu
• “A Família Bélier” (La famille Bélier, 2014) – Eric Lartigau
• “O Coro” (Boychoir, 2014) – François Girard
• “Whiplash – Nos Limites” (Whiplash, 2014) – Damien Chazelle
• “Música a Música” (Song to Song, 2017) – Terrence Malick
• “O Piano” (The Piano, 1993) – Jane Campion

Por último, uma menção a DVD musicais de grupos que, pela sua qualidade narrativa, são mais do que um simples DVD de música ou conjunto de vídeos promocionais das músicas ou grupos. São alguns exemplos de cristalização de um momento no tempo, o sentir de um músico ou grupo num determinado ponto, que ajudam a compreender melhor a realidade deles.

• “Shine a Light” (2008) – Martin Scorsese
• “Shut Up and Play the Hits – O Fim dos LCD Soundsystem” (Shut Up and Play the Hits, 2012) – Will Lovelace e Dylan Southern
• “20.000 Dias na Terra” (20,000 Days on Earth, 2014) – Iain Forsyth e Jane Pollard
• “Pulp: Um Filme Sobre a Vida, a Morte e Supermercados” (Pulp: A Film About Life, Death and Supermarkets, 2014) – Florian Habicht
• “One More Time with Feeling” (2016) – Andrew Dominik

Nick Cave em "One More Time with Feeling" (2016), de Andrew Dominik

Os Contos de Canterbury, 1972

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I racconti di CanterburyUsando como fonte o célebre livro medieval do inglês Geoffrey Chaucer, Pier Paolo Pasolini conta uma viagem de peregrinos à Catedral de Cantuária (Canterbury), na qual eles se entretêm contando histórias anedóticas. São oito contos, que são sátiras de costumes, incidindo sobre os comportamentos do povo, e da Igreja, no que diz respeito às relações humanas, sexo, infidelidade e ganância, algumas de carácter erótico, outras sobrenatural, todas mostrando o lado mais animal e grotesco do comportamento humano, através das cores e crenças medievais. Continuar a ler

A Cidade das Mulheres, 1980

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La città delle donne Snàporaz (Marcello Mastroianni) acorda na sua viagem de comboio para se sentir seduzido pela mulher (Bernice Stegers) que viaja diante de si. Perseguindo-a até à casa de banho, a sua aventura é abreviada quando o comboio pára numa estação e a mulher sai. Snàporaz decide segui-la, e após perder-se numa floresta vai ter a um hotel, onde decorre um congresso feminista surreal, que o toma como inimigo. Conseguindo escapar, Snàporaz vai refugiar-se em casa do conquistador Dr. Katzone, que glorifica a objectificação sexual da mulher. Só que, nessa noite, ao tentar dormir, Snàporaz vê-se caído num escorrega fantasioso que o leva a percorrer memórias sexuais da adolescência, terminando num julgamento sobre a sua atitude condescendente e arrogante perante o sexo feminino. Continuar a ler

“O meu ciclo”, por Pedro Soares

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"This Is Spinal Tap" (1984), de Rob Reiner

Mocumentários

por Pedro Soares
autor do blogue Royale with Cheese
colaborador da revista Take Cinema Magazine

A realidade e a ficção começaram a misturar-se no cinema desde muito cedo, especialmente desde que as imagens de arquivo passaram a ser facilmente partilháveis na década de 50. Os limites entre a verdade e a não-verdade nem sempre são fáceis de identificar e se há géneros cinematográficos que tentam ao máximo captar a realidade como ela é (olá cinema vérité!), outros invertem o bico ao prego e utilizam os códigos da ficção para passarem por verdadeiros.

Foi assim que surgiu o mocumentário, espécie de documentário sobre factos fictícios montado como reais. E, basicamente, tudo começou em 1984 com “This is Spinal Tap”, clássico absoluto de Rob Reiner, sobre uma fictícia banda e hard-rock e os seus problemas por entre as drogas, o sexo e o rock’n’roll. Apesar de ser fictício, o filme é tão verdadeiro que os Spinal Tap acabaram mesmo por dar concertos e ter uma existência real fora do ecrã, num exemplo de como a força do cinema é imparável. E o impacto de “This is Spinal Tap” foi de tal forma na cultura popular que, no IMDB, é o único filme que é possível votar 11 numa escala de 0 a 10, numa private joke do filme.

Apesar de ter cunhado o termo, “This is Spinal Tap” não é o primeiro mocumentário da história do cinema. Antes já haviam os filmes dos Beatles e, claro, “The Rutles: All You Need is Cash”. Assinado pelo Monhy Python Eric Idle, Os Rutles conta a história de uma banda claramente inspirada no percurso dos Beatles, mas que tem o extra de contar com algumas cabeças falantes célebres a dar o seu próprio testemunho. É o caso do próprio Mick Jagger, a confessar que começara os seus Rolling Stones depois de ouvir os Rutles.

"The Rutles: All You Need is Cash" (1978), de Eric Idle e Gary Weis

Mestres como Luis Buñuel e Orson Welles (este último na sua famosa transmissão radiofónica da Guerra dos Mundos, que muitos tomaram por real) já tinham experimentado esta mistura entre a ficção e a realidade anos antes de “This is Spinal Tap” e de “Os Rutles”. E o próprio Woody Allen, logo no seu segundo trabalho – “O Inimigo Público” (Take the Money and Run, 1969) – também flirtava com o género, que voltaria a repetir mais vezes. Mas é com “Zelig”, em 1983, que tem os melhores resultados: um mocumentário sobre um homem que, qual Forrest Gump, atravessa os tempos e vários momentos históricos não só sem envelhecer, como ainda adquirindo as características dominantes de quem o rodeia.

Tal como “O Inimigo Público”, também “Manual de Instruções para Crimes Banais” é um mocumentário sobre polícias e ladrões. O filme belga realizado por Rémy Belvaux, André Bonzel e Benoît Poelvoorde segue um serial killer na sua rotina diária, entrando rapidamente pelos terrenos do humor negro.

"Manual de Instruções para Crimes Banais" (Man Bites Dog, 1992), de Rémy Belvaux, André Bonzel e Benoît Poelvoorde

O mocumentário havia de influenciar directamente os filmes de found footage, género inaugurado com grande choque e efeito mediático por “Holocausto Canibal” (Canibal Holocaust, 1980), seguido por “O Projecto Blair Witch” (The Blair With Project, 1999) décadas depois, e que acabaria por desaguar numa série de filmes do género já no século XXI. Uma das principais diferenças entre o mocumentário e o filme de found footage é que o primeiro é, normalmente, uma dramatização divertida, satírica ou irónica da realidade, enquanto que o segundo aborda o real do ponto de vista do terror e do susto.

Um exemplo de falso documentário dramático é “Kenny”, que Clayton Jacobson realizou em 2006. O filme segue a vida de um funcionário de limpeza de casas de banho portáteis, daquelas de plástico que encontramos nos festivais de verão e nas feiras lá da terra. É uma viagem ao que acontece depois que as luzes da festa se apagam, num mocumentário desencantado sobre a solidão, a esperança e a perserverança.

Aproveitando outro dos grandes fenómenos dos anos 2000, os vampiros, surge o último filme deste ciclo. “O que Fazemos nas Sombras”, realizado por Taika Waititi – o tipo da última adaptação do Thor -, é um mocumentário que segue três vampiros que dividem um apartamento. É um filme de um humor inteligente, que satiriza ainda o género, ao incluir as vária abordagens que a cultura popular tem feito ao vampiro ao longo do tempo.

"O Que Fazemos nas Sombras" (What We Do in the Shadows, 2014), de Jemaine Clement e Taika Waititi

Filmes escolhidos:
• “This Is Spinal Tap” (1984) – Rob Reiner
• “The Rutles: All You Need is Cash” (1978) – Eric Idle e Gary Weis
• “Zelig” (1983) – Woody Allen
• “Manual de Instruções para Crimes Banais” (Man Bites Dog, 1992) – Rémy Belvaux, André Bonzel e Benoît Poelvoorde
• “Kenny” (2006) – Clayton Jacobson
• “O Que Fazemos nas Sombras” (What We Do in the Shadows, 2014) – Jemaine Clement e Taika Waititi

Decameron, 1971

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Il Decameron Tomando como mote o Decameron de Boccaccio, Pasolini mostra-nos vários episódios retirados do livro, como o conto de Andreuccio (Ninetto Davoli), enganado pela namorada e atirado numa latrina, para descobrir como roubar o anel de um bispo enterrado; a de Masetto (Vincenzo Amato), que se finge mudo para trabalhar num convento, acabando usado como objecto sexual das freiras, ou a de Ciappelletto (Franco Citti), o rico mercador, que na hora da morte, mente tanto na confissão que acaba declarado santo. São exemplos do vernáculo anedótico do povo florentino do século XIV, motivo para o discípulo de Giotto (Pasolini), que pinta os novos frescos da catedral. Continuar a ler

The House of the Devil, 2009

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The House of the Devil Samantha (Jocelin Donahue) é uma estudante universitária que precisa de mudar para um apartamento seu para ter paz de espírito, o que não consegue nos dormitórios universitários. Para tal precisa de dinheiro e é como babysitter que vê a solução, quando encontra anúncios pelo campus. Mesmo que do outro lado o comportamento do homem que a contrata lhe pareça estranho, Samantha, com a ajuda da amiga Megan (Greta Gerwig), vai até ao local indicado, uma casa isolada, onde habita o casal Ulman (Tom Noonan e Mary Woronov), que a incumbe de tomar conta de uma velha senhora. Mas a noite rapidamente se torna um pesadelo quando estranhas ocorrências começam a assustar Samantha. Continuar a ler

“O meu ciclo”, por Samuel Andrade

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Lon Chaney em "London after Midnight" (1927), de Tod Browning

Perdidos e Achados

por Samuel Andrade
blogger de cinema
autor de O Síndroma do Vinagre e do antigo blogue Keyser Sozes’s Place

Imaginemos que um dia, alguém e algures desenterra um conjunto de obras cinematográficas (acreditem, tal já sucedeu e, por vezes, nos locais mais inusitados) que as circunstâncias e os azares do tempo se encarregaram de as fazer desaparecer do nosso olhar contemporâneo.

Para além da espantosa significância histórico-cinéfila de um achado dessa índole (e após um muito provável e heróico trabalho de restauro), o primeiro passo lógico seria compor a exibição pública destes filmes, para o definitivo reencontro entre espectadores e imagens há muito “arredadas” do grande ecrã.

É com essa esperança em mente que segue abaixo, por ordem cronológica de ano de produção, o meu ciclo de Cinema consagrado a dez “filmes reencontrados”. Ou, por outras palavras, estes são os títulos por que mais anseio ouvir notícias acerca da sua descoberta.

“O Rapto de Uma Actriz (1907, Lino Ferreira): um dos primeiros filmes de ficção produzidos em Portugal, a sua sinopse transmite a ideia de uma curiosa simbiose entre cinema e teatro de revista.

Imagem de "The Vampire" (1913), de Robert G. Vignola

“The Vampire” (1913, Robert G. Vignola): o primeiro filme a apresentar uma protagonista imbuída das características que definem a femme fatale do Cinema.

“Her Friend the Bandit” (1914, Charlie Chaplin): o único filme perdido com Chaplin no principal papel.

“A Girl of Yesterday” (1915, Allan Dwan): comédia romântica, interpretada e escrita por Mary Pickford, e assinada por um cineasta cujo valor seria resgatado nos anos 60 e 70.

Imagem de "A Girl of Yesterday (1915), de Allan Dwan

“The Serpent” (1916, Raoul Walsh): Theda Bara no papel de uma mulher vingativa e, mais tarde, vítima de traição, em plena Primeira Guerra Mundial.

“The Story of the Concierge Mukuzo Imokawa” (1917, Ōten Shimokawa): um dos primeiros filmes de animação produzidos no Japão.

“Hats Off” (1927, Hal Yates): considerado o “Santo Graal dos filmes de Laurel e Hardy”, é o único filme do duo Bucha e Estica listado como perdido.

“London after Midnight” (1927, Tod Browning): conto de terror com o inimitável Lon Chaney na pele de um hipnotista, e do qual apenas sobrevivem imagens promocionais.

“Convention City” (1933, Archie Mayo): com Joan Blondell, Dick Powell e Adolphe Menjou no elenco; a exibição comercial desta comédia pre-Code foi suspensa devido ao seu escandaloso conteúdo, e reza a lenda que, por isso, a Warner Bros. ordenou a destruição de todas as cópias (incluindo trailers) do filme.

“Miramar, Praia das Rosas” (1938, Manoel de Oliveira): curta documental, filmada na comunidade de Miramar, em Vila Nova de Gaia, e com narração de Fernando Pessa.

P.S.: Recorda-se a todos que os filmes supracitados estão perdidos; please, do check your attic!

Imagem de "Convention City" (1933), de Archie Mayo

Filmes escolhidos:
• “O Rapto de Uma Actriz” (1907) – Lino Ferreira
• “The Vampire” (1913) – Robert G. Vignola
• “Her Friend the Bandit” (1914) – Charlie Chaplin,
• “A Girl of Yesterday” (1915) – Allan Dwan
• “The Serpent” (1916) – Raoul Walsh
• “The Story of the Concierge Mukuzo Imokawa” (Imokawa Mukuzō Genkanban no Maki, 1917) – Ōten Shimokawa
• “Hats Off” (1927) – Hal Yates
• “London after Midnight (1927) – Tod Browning
• “Convention City” (1933) – Archie Mayo
• “Miramar, Praia das Rosas” (1938) – Manoel de Oliveira

Dominion: A Prequela de o Exorcista, 2005

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Dominion: Prequel to the Exorcist Depois de testemunhar uma chacina dos seus paroquianos pelos nazis, durante a Segunda Guerra Mundial, o padre Lankester Merrin (Stellan Skarsgård) deixou o exercício da fé, e dedicou-se à arqueologia no Quénia. Aí é-lhe enviado o jovem padre Francis (Gabriel Mann) para o avaliar, ao mesmo tempo que Merrin desenterra uma antiga igreja cristã bizantina que parece estar como nova. Só que com a descoberta da igreja os ânimos começam a exaltar-se entre tropas britânicas e nativos quenianos, o que é exacerbado com duas mortes no interior da igreja. Os ingleses culpam os africanos, e estes o ostracizado Cheche (Billy Crawford), um rapaz com corpo mutilado, que começa a melhorar inexplicavelmente, o que leva o padre Francis a crer que tal se deva à presença do Demónio. Continuar a ler