Corre Homem Corre, 1968

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Corri uomo corriCuchillo (Tomas Milian) é um pequeno larápio sempre metido em sarilhos, que ao voltar à cidade natal é imediatamente acossado pela noiva (Chelo Alonso), e de seguida preso por um crime que não cometeu. Na prisão vai conhecer o poeta revolucionário Ramirez (José Torres), que lhe pede ajuda, pois sabe que será morto. Cuchillo consegue a fuga dos dois, mas logo de seguida são emboscados pelas tropas governamentais. Ramirez é morto, e ao morrer sussurra a Cuchillo o paradeiro de três milhões de dólares em ouro para a revolução. Só que atrás de Cuchillo seguem também os lacaios do regime, e o mercenário Nathaniel Cassidy (Donald O’Brien), todos com objectivos diferentes para o ouro. Continuar a ler

Cara a Cara, 1967

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Faccia a facciaO professor de História Brad Fletcher (Gian Maria Volontè) tem de deixar o ensino, por motivos de saúde, para ir viver no Oeste. Aí acaba raptado por Beauregard Bennet (Tomas Milian), um bandido em fuga que procura reconstituir o seu antigo bando. Com Bennet, Fletchter vai aprender uma nova forma de vida, baseada na acção e uso da força. Quando o bando é traído por um dos seus, o espião da Pinkerton Charley Siringo (William Berger), Bennet é preso, e sobra para Fletcher comandar o bando, agora unindo a violência a uma inteligência metódica e ainda mais cruel. Continuar a ler

Cineclube Aurélio Paz dos Reis

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Cineclube Aurélio Paz dos Reis

Apresentação

Nome: Cineclube de Aurélio Paz dos Reis
Localização: Casa do Professor, Avenida Central, 106-110, Braga

Blogue: http://www.aureliodapazdosreis.org/
Facebook: https://www.facebook.com/cineclubebraga
Email: cineclube@aureliopazdosreis.org

Uma apresentação no Cineclube Aurélio Paz dos Reis

Uma apresentação no Cineclube Aurélio Paz dos Reis

Entrevista

Entrevista a Miguel Ramos, responsável pela programação
Setembro de 2016

Há quanto tempo existe o Cineclube Aurélio Paz dos Reis, e como é a sua quotização?
​Existe desde 2011​. ​Apesar de termos Associação formal aberta, e termos a possibilidade de ter sócios, decidimos não abrir inscrições por sentirmos que não temos estrutura para tal.

Quantas sessões tem por mês?
​Inicialmente tínhamos duas sessões por mês, com alguns momento de pico, onde acolhíamos propostas externas. A partir de Janeiro de 2016, por falta de condições logísticas, não temos programação regular, mas sim pontual.​

Que critérios presidem à vossa programação, e que áreas se procuram cobrir?
​A programação de cinema independente, principalmente cinema português, tem sido o nosso grande foco programático. Nos últimos dois anos de programação regular, estávamos em dialogo programático com o espaço que nos acolhia (Casa do Professor), de modo a conciliarmos agendas temáticas.

Como é a adesão da população em geral?
​Temos um público pouco heterogéneo. Um público bastante cinéfilo que procura na nossa programação aquilo que não encontrava noutros espaço da cidade. E como temos uma folha de sala densa por cada sessão, bem como apresentação do filme, esse público que procura o Cineclube, é tendencialmente académico. Pelo contrário, nas nossas sessões ao ar livre, com o «A gosto de Verão», temos um público vastíssimo.

Que outras actividades e iniciativas do cineclube gostaria de destacar?
​Temos colaborado regularmente com as edições da Confederação, um colectivo de investigação teatral, sediado no Porto, e que faz imenso trabalho por Braga. Eles editam bastante, e como alguns dos temas nos são próximos, acabamos por colaborar nas mesmas, financeiramente, e apoiando a vinda dos ciclos de cinema e lançamento das edições em Braga.​

Com que apoios contam a nível local, e que outros gostariam de ter?
​Neste momento o apoio é essencialmente camarário​, não estando esse apoio afecto à programação regular, mas sim a alguns projectos de investigação e recuperação de imagens em movimento sobre Braga, bem como alguns projectos programáticos pontuais.

Estão satisfeitos com as instalações, e material técnico ou pensam que poderiam ter melhores condições?
​Nada satisfeitos. Lutamos para que melhore. É um caminho a percorrer.​

Qual a facilidade ou dificuldade com que obtêm os filmes desejados?
​Como trabalhamos com muito filmes fora de um sistema comercial/industrial, a forma de obter as copias é a partir de um contacto directo com realizadores e produtores. A projecção é digital, em variadíssimos formatos. Não estamos usar formatos analógicos, por impossibilidade da sala.

Finalmente, na era da internet, qual a importância que vê actualmente na existência dos cineclubes?
​O Homem é um ser social, e tem necessidade do encontro com o outro. Qual a necessidade de se ir ver um jogo ao estádio, quando o podemos ver na TV? Quem vai, vai pelo encontro e não pela qualidade de visionamento. Portanto, enquanto existir a necessidade do encontro, os clubes, sejam de cinema, de futebol, de bilhar, de caricas… são fundamentais. No caso do cinema, enquanto uma arte técnica, exige condições técnicas exímias para esse encontro. Isto falando na relação clássica espectador/tela e sala com os respectivos colegas de visionamento do escuro. Considero o contrário… presentemente o Homem começa a ter saudades do Homem, e daí os teatros por exemplo estarem a aumentar o número de espectadores. Nos caso dos cineclubes, é fácil o acesso a filmes e formatos, mas como a aparente facilidade de projectar um filme, faz com que se assista a projecções miseráveis, sem qualquer tipo de cuidado, com ficheiros fraquíssimos, etc. etc. Bom… depois de Pollock, ficamos com a sensação que todos sabemos pintar sem qualquer labor, depois do Duchamp qualquer um de nós pode expor qualquer coisa. Na verdade assim é. Viva a pluralidade, que de entre outras coisas a internet nos dá, mas polvo será sempre polvo. Uma pota será sempre remetida para segundo plano, por muito parecida que seja.

Sessão ao ar livre, no Auditório da Ponte

Sessão ao ar livre, no Auditório da Ponte

A Janela Encantada agradece a colaboração de Miguel Ramos, e do Cineclube Aurélio Paz dos Reis, recomendando a quem puder que participe nas suas sessões, e apoie os cineclubes locais.

O Bom, o Mau e o Vilão, 1966

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Il buono, il brutto, il, cattivoBlondie (Clint Eastwood) e Tuco (Eli Wallach) são dois criminosos que acordam ganhar dinheiro como um esquema arriscado. Como o segundo tem a cabeça a prémio em várias povoações, o primeiro finge entregá-lo para receber a recompensa, para depois o salvar. Só que um dia, após a parceria ser desfeita entre traições e desconfianças, o par depara com o soldado Bill Carson (Antonio Casale) que ao morrer confessa ter escondido ouro roubado ao exército norte-americano. Sem que eles saibam, em simultâneo, o bandido conhecido Angel Eyes (Lee Van Cleef), numa das execuções que lhe foram encomendadas, descobre sobre o ouro de Bill Carson. Em buscas diferentes, Angel Eyes vai-se cruzar com Blondie e Tuco, cada qual com parte da informação, nenhum com confiança nos outros dois, e todos com ambição desmesurada pelo ouro escondido. Continuar a ler

O Grande Pistoleiro, 1966

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La resa dei conti Jonathan Corbett (Lee Van Cleef) é um pistoleiro, famoso por apanhar bandidos com a cabeça a prémio. Dada a sua fama, o milionário Brokston (Walter Barnes) propõe-lhe que se candidate a senador, no que ele o apoiará em troco do apoio de Corbett para que ele desenvolva os caminhos-de-ferro. Para facilitar a candidatura, Brokston envia Corbett em busca de mais um criminoso, o mexicano Cuchillo Sanchez (Tomas Milian), suspeito de violar e matar uma rapariga de 12 anos. Corbett e Cuchillo iniciam uma longa perseguição e fuga, de jogos de gato e rato, durante a qual Corbett vai simpatizando com as condições da classe explorada a que Cuchillo pertence, e percebendo que talvez ele não seja o culpado dos crimes que lhe apontam. Continuar a ler

Cineclube de Telheiras

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Cineclube de Telheiras

Apresentação

Nome: Cineclube de Telheiras (CCT)
Localização: Auditório da Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, Estrada de Telheiras, 146, Lisboa

Blogue: https://cinetelheiras.wordpress.com/
Facebook: https://www.facebook.com/Cineclube-de-Telheiras-148629185235157/
Email: cinetelheiras@gmail.com

Quota anual: 20 Euros (garante acesso gratuito a todas as sessões)

Estreia nacional de "Eu, Martim" (2012) de Luciano Sazo (Chile)

Estreia nacional de “Eu, Martim” (2012) de Luciano Sazo (Chile)

Entrevista

Entrevista a Pedro Milheiro, responsável pela programação e direção artística
Setembro de 2016

Há quanto tempo existe o vosso cineclube?
Começámos a desenvolver actividades culturais em Novembro de 2011, mas tivemos a nossa inauguração oficial dia 13 de Janeiro de 2012.

Quantos sócios têm, e que quotas pagam?
Gostaríamos de ter mais sócios do que aqueles que apresentamos de momento. Para se fazer sócio do Cineclube de Telheiras basta contribuir com 20 Euros anuais e tem-se acesso gratuito a todas as actividades e programa do CCT.

Quantas sessões tem por mês?
Aproximadamente 4/5 sessões.

Que critérios presidem à vossa programação, e que áreas se procuram cobrir?
Grande parte da nossa programação prende-se tanto com propostas que nos chegam assim como obras ou espectáculos que queremos muito ver. [além das sessões de cinema] Realizamos concertos, workshops, teatro, espectáculos de dança, colóquios, conferências, entre outros.

Como é a adesão da população em geral?
A adesão do público tem sido uma luta constante ao longo destes anos. Não obstante o facto, a adesão do mesmo é maior quando de um espectáculo musical se trata.

Com que apoios contam a nível local?
Contámos com o apoio financeiro da ART (Associação de Residentes de Telheiras) durante o mandato do Presidente Luís Pereira e esporadicamente a Junta de Freguesia do Lumiar contribuiu para alguns eventos que realizámos.

Estão satisfeitos com as instalações, e material técnico ou pensam que poderiam ter melhores condições?
Inicialmente depáramo-nos com algumas dificuldades, nomeadamente o projector inicial era péssimo. Actualmente não temos razão de queixas, embora as obras no auditório ainda não estejam terminadas.

Qual a facilidade ou dificuldade com que obtêm os filmes desejados?
A maior dificuldade prende-se com o pagamento dos direitos de autor das obras exibidas, para além de ser bastante caro não conseguimos rever o montante investido. Por outro lado, temos vários autores, tanto nacionais como internacionais, que pretendem visualizar os seus trabalhos no grande ecrã e por isso não são cobrados direitos de autor e o CCT tem uma maior flexibilidade neste tipo de iniciativas.

Finalmente, na era da internet, qual a importância que vêem actualmente na existência dos cineclubes?
A internet veio em muito a facilitar o acesso à informação e a encurtar o tempo de distância. Actualmente vivo em Bucareste e continuo diariamente ligado a Portugal. A internet funciona também como o principal ponto de publicidade e divulgação no que concerne aos eventos que realizamos na medida de chegar ao maior numero de pessoas.

Apresentação "Lixo Extraordinário" (2010) de Lucy Walker, com introdução e debate conduzido por Rui Berkemeier (Quercus)

Apresentação “Lixo Extraordinário” (2010) de Lucy Walker, com introdução e debate conduzido por Rui Berkemeier (Quercus)

A Janela Encantada agradece a colaboração de Pedro Milheiro, e do Cineclube de Telheiras, recomendando a quem puder que participe nas suas sessões, e apoie os cineclubes locais.

Django, 1966

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DjangoCaminhando solitariamente, arrastando um caixão, o pistoleiro Django (Franco Nero) depara com uma cena de tortura, na qual uma mulher, Maria (Loredana Nusciak), é vítima de dois bandos sucessivos, primeiro bandidos mexicanos que a chicoteiam, os quais são, depois, mortos pelos homens do Major Jackson (Eduardo Fajardo) que de seguida a querem crucificar. Django intervém salvando-a, e levando-a para a cidade mais próxima. Aí descobre que também a cidade é vítima das duas duas facções, os primeiros rebeldes da revolução mexicana, os segundos racistas ex-confederados, todos com contas a ajustar com Maria. Continuar a ler

Take – Musical

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Take 45 - Musical

Com o musical “La La Land” a ser sucesso nos cinemas, chega o número 45 da revista Take Cinema Magazine, o qual é exclusivamente dedicado ao mais animado e colorido dos géneros.

Os textos são originais do colectivo Take, entre os quais se incluem alguns do escriba d’A Janela Encantada, nesta que é a melhor revista de cinema produzida em Portugal, e inteiramente grátis.

Este número da revista, bem como todos os números anteriores, pode ser encontrado no website da Take ou no serviço ISSUU.

Por Mais Alguns Dólares, 1965

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Per qualche dollaro in piùMonco (Clint Eastwood) é um herói solitário, que ganha a vida como caçador de recompensas, procurando bandidos com cabeça a prémio. Nessa actividade, Monco cruza-se com outro caçador de prémios, o igualmente mortífero coronel Douglas Mortimer (Lee Van Cleef). Quando ambos descobrem que o bandido conhecido como Índio (Gian Maria Volontè) fugiu da prisão e tem um prémio de captura de 10 000 dólares, dirigem-se a El Paso, onde, supostamente, Índio estará. Os dois homens sabem, no entanto, que terão de lidar um com o outro, antes de dar caça ao bandido e ao seu bando. Continuar a ler

Por um Punhado de Dólares, 1964

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Per un pugno di dollariUm estranho pistoleiro americano (Clint Eastwood) chega a uma aldeia mexicana de fronteira, dominada por dois bandos que atemorizam a aldeia. De um lado está Don Miguel Rojo (Antonio Prieto), e do outro John Baxter (Wolfgang Lukschy). Aí, com a ajuda do dono do saloon, Silvanito (José Salvo), o estranho vai tentar eliminar os dois bandos, colocando um contra o outro, tendo para isso que vencer o cruel Ramón Rojo (Gian Maria Volontè), salvar a amante forçada deste, Marisol (Marianne Koch), e deslindar o mistério de um roubo de ouro ao exército e tráfico de armas. Continuar a ler