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Bette Davis em "All About Eve" (1950), de Joseph L. Mankiewicz

2020, todos repetem, é um ano para esquecer. Um ano adiado, dizem outros, pelo tanto que ficou para depois, devido às restrições trazidas pela pandemia COVID-19.

Não por essa razão, também n’A Janela Encantada o ano foi fraco, sendo o de menor produção de textos desde o início do blogue, em 2012.

Recordando, tivemos no início do ano o final da integral Andrei Tarkovsky, e do ciclo A nova Hammer. Prosseguimos depois com um especial Jean-Claude Brisseau, em mais um tomo do ciclo Cinema XXI. E por fim, tivemos o ciclo O macabro de Dario Argento, e ainda alguns filmes Natal para o habitual Especial Natal.

Mais que elencar ciclos para o futuro próximo, fica apenas a certeza de que o amor d’A Janela pelo cinema continua, e que há ainda muitos textos a caminho. Para 2021, a ideia é ir lançando os ciclos à medida que forem ficando prontos, o que equivale a dizer que Janeiro vai ser ainda um mês fraco, embora o primeiro ciclo previsto, O Realismo Poético Francês, esteja quase pronto.

Resta desejar que continuem a espreitar A Janela, a divertirem-se com o cinema, e mais importante que tudo, que o novo ano seja sinónimo de saúde, paz e felicidade.

Feliz Ano Novo!