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Danny Kaye

Termina aqui o ciclo dedicado a um dos reis da comédia norte-americana de expressão cinematográfica, Danny Kaye. Apresentaram-se treze das suas comédias. Em falta ficou (para já) “Viva o Palhaço” (Merry Andrew, 1958), de Michael Kidd, com a promessa de que aqui será trazido quando for possível. De fora ficaram ainda (por razões óbvias) os dramas “Christian Andersen” (Hans Christian Andersen, 1952), de Charles Vidor e “Os Cinco Réis” (The Five Pennies, 1959), de Melville Shavelson, bem como a última longa-metragem em que Kaye participou, “A Louca de Chaillot” (The Madwoman of Chaillot, 1969), de Bryan Forbes, onde o comediante teve apenas um papel secundário.

Para alguns uma figura demasiado histriónica, e nem sempre servido por bons filmes, Danny Kaye construiu entre 1944 e 1963 uma carreira sólida no cinema, conseguindo uma apreciação geral do público, baseada na sua persona de enternainer total, ao bom estilo do vaudeville, mostrando dotes no canto, dança, mímica, humor físico burlesco, expressões faciais desconcertantes e uma espantosa prosódia que o tornava um rei de trava-línguas e divertidas charadas aliterativas (tanto cantadas como faladas), muitas vezes escritas pela sua esposa Sylvia Fine.

Hoje bastante caído no esquecimento, foi intenção d’A Janela Encantada homenagear este actor ímpar, e quem sabe ajudar a divulgar a sua obra e tantos momentos de génio que nos deixou no campo do humor.

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