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Ingmar Bergman

Com 2016 a chegar ao fim, terminou n’A Janela Encantada a quarta das integrais dedicadas a alguns dos realizadores mais carismáticos da história do cinema. Nela analisou-se a obra para cinema de Ingmar Bergman.

Foram 42 filmes, os quais foram escolhidos no simples critério de serem aqueles que tiveram distribuição comercial internacional. Destes, 7 foram inicialmente filmados para televisão, 2 dos quais seriam mini-séries. Ainda para televisão, o filme “The Blessed Ones” (De två saliga, 1986) nunca teve estreia internacional, pelo que foi deixado de fora. Com ele ficaram de lado também 14 teatros filmados para TV, 5 documentários e 4 curtas-metragens para filmes de colaboração com outros autores. Há por fim uma série de argumentos que Ingmar Bergman escreveu para que outros realizassem, o que constitui ainda um espólio riquíssimo, a explorar noutra ocasião.

Para já fica o testemunho das 42 obras do realizador e dramaturgo sueco, por assim dizer, canónicas, que deram a conhecer ao mundo uma voz ímpar, que não apenas trouxe novas ideias e abordagens, como teve a coragem de fazer de si próprio, dos seus sonhos e pesadelos, conquistas e defeitos, tema principal de uma obra pessoalíssima, que entre o realismo, a fantasia e o surrealismo, conseguiu tocar profundamente espectadores de todo o mundo.

O ano de 2017 será dedicado a Federico Fellini.

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