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Greta Garbo é inequivocamente uma das estrelas maiores da história de Hollywood, e talvez a primeira a quem se pode aplicar o epíteto de “diva” sem reservas. Sueca de nascimento, viajou para os Estados Unidos com apenas 20 anos, pela mão de Louis B. Mayer, que sabia ter nela potencial para o estrelato. Ficou desde logo votada a fazer papéis de vamp de traços exóticos, mulher manipuladora, de vontade forte, independente, que mostrava ao mundo que uma mulher não era apenas o complemento de uma história masculina, mas podia ser ela mesmo o princípio e o fim de qualquer história.

Estrela do mudo e do sonoro, Greta Garbo, reinou antes do código de Hays, podendo provocar homens e mulheres, como símbolo de sensualidade, de arrebatamento amoroso e emancipação feminina. Através de uma série de filmes imortais, Greta Garbo conseguiu tornar-se uma das mais cintilantes estrelas do universo de Hollywood, e sua imagem icónica perdura, sendo ainda hoje sinónimo de inspiração e desejo.

São os filmes que a divina sueca fez em Hollywood que constituirão este ciclo que A Janela Encantada apresentará nas próximas semanas.

Textos adicionais
A lista de filmes

Recomenda-se ainda a leitura, no blogue “Rick’s Cinema“, do excelente texto de Aníbal Santiago: “Greta Garbo – As Divindades também assinam contrato” e a visualização do documentário do canal TCM, “A Lone Star“.

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