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Alfred Hitchcock

Um ano, 52 quartas-feiras, e 52 filmes de Alfred Hitchcock passaram pel’A Janela Encantada. Sem pretender fazer um estudo completo sobre a obra de Hitchcock, ficaram 52 análises pessoais sobre todos os seus filmes, esperando que sirvam de ajuda ou incentivo a (re)descobrir a obra do mais famoso realizador inglês de sempre.

Com uma enorme cumplicidade com os desejos do seu público, Hitchcock provou que é possível ter uma voz artística original e ao mesmo tempo agradar-se às massas. Tal foi o reportório de recursos cinematográficos e temáticos que nos deixou, que a sua influência é inultrapassável, continuando a ser percebida em muitos realizadores e filmes contemporâneos. Veja-se “Gone Girl” de David Fincher e “The Two Faces of January” de Hossein Amini, para dar dois exemplos de 2014.

De leitura obrigatória é ainda o livro que nos dá a entrevista de Hichcock a François Truffaut, e que é um verdadeiro manual de como encarar um filme e dissecar a sua forma e conteúdo.

Findo 2014, inicia-se 2015, e com ele uma nova integral. Esta (a terceira na Janela), se correr como planeado, será dedicada a outro nome ímpar do cinema mundial: Martin Scorsese.