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Alfred Hitchcock

Alfred Hitchcock foi sempre, para mim, a imagem do “realizador de cinema”. Foi, ainda adolescente, com os seus filmes, que entendi pela primeira vez que havia uma entidade, para além dos actores, que definia estilo, estética, ritmo, temas… esse tal “realizador”.

Sou fã de Hitchcock há muito tempo, fascinado pelas suas histórias surpreendentes, atmosfera de mistério e suspense, humor fino, camadas escondidas por detrás de cada imagem, e esse modo tão próprio de contar histórias com movimentos de câmara, como poucos realizadores conseguem fazer.

Tal como o meu homenageado do ano passado, também Alfred Hitchcock consegue esse feito raro de agradar às massas e aos críticos mais exigentes. Deixo-lhe aqui a minha homenagem, dedicando-lhe o ano de 2014, isto é, (re)visitando 52 das suas longas-metragens (tantas quantas realizou para cinema, se excluírmos filmes perdidos e uma versão alemã de um filme inglês). Se tudo correr bem será um filme por cada semana do ano aqui na Janela encantada.

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